Encontro sobre sífilis reuniu 220 profissionais de saúde e educação

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A Secretaria de Saúde de Barretos, através do Programa Municipal de DST/HIV/AIDS, em parceria com o GVE (Grupo de Vigilância Epidemiológica – SP) 14 Barretos, promoveu na última quinta feira, dia 22, no auditório da Faculdade Barretos, o Encontro Regional Sobre Sífilis – edição 2017.

O evento contou com a participação de 220 profissionais das áreas de saúde e educação, de Barretos e toda a região. Estiveram presentes na mesa das autoridades do evento, o secretário de Saúde de Barretos, Alexander Stafy Franco; a diretora do GVE (Grupo de Vigilância Epidemiológica) 19, Carla Penha Andrade; Cecília Marques Reis, coordenadora do Programa Municipal DST/HIV/AIDS – Barretos;  Jaqueline Marília Barbosa Silva. diretora de Vigilância em Saúde, que  representou o município de Olímpia; e Iara Maria Brito Ramalho Luz, diretora de Vigilância em Saúde de Bebedouro.

Durante a abertura do Encontro foi realizada uma homenagem póstuma, ao profissional de saúde Carlos Roberto de Oliveira, interlocutor do Programa DST/HIV/AIDS que faleceu no último dia 20 de junho/17. Carlos era um dos organizadores do evento, e um grande articulador na saúde do município.

As explanações da capacitação foram conduzidas pelos médicos do Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP, Valdir Monteira Pinto; que abordou o tema Sífilis Congênita; e Roberto José de Carvalho da Silva, palestrou sobre Sífilis Adquirida. A enfermeira Leila Levy, do Grupo de Vigilância Epidemiológica – SP 19, também ministrou palestra apontando os índices da doença da região.

            SÍFILIS  – Uma doença que não escolhe idade, sexo, nem classe social. É assim que especialistas descrevem a sífilis, transmitida pela bactéria treponema pallidum, principalmente por via sexual, mas também da mãe para o filho, durante a gravidez.

A falta de tratamento pode causar cegueira, demência e más formações, no caso de fetos. Mas infectologistas destacam que o tratamento é rápido, assim como o diagnóstico, que pode ser feito com um teste rápido, com resultado pronto em dez minutos.

Cecília Marques Reis, coordenadora do Programa Municipal de IST/HIV/AIDS, destaca que sífilis é uma doença que tem cura, desde que seja feito o diagnostico e o tratamento correto. “É importante lembrar que a única forma de prevenir a sífilis é através do sexo seguro”, ressalta.